Homem de 46 anos foi detido na zona rural de Pegos com duas porções de maconha e R$ 62; operação ocorreu após informações de moradores
Uma operação estratégica da Polícia Militar de Minas Gerais, deflagrada na tarde da última segunda-feira (8), resultou na prisão em flagrante de um homem de 46 anos pelo crime de tráfico ilícito de drogas. A ação ocorreu na região de Pegos, zona rural do município de Água Boa, no Vale do Mucuri, após denúncias anônimas que apontavam para a movimentação suspeita de comércio de entorpecentes na localidade.
De acordo com o boletim de ocorrência, os militares receberam informações precisas de que um indivíduo estaria utilizando uma residência no povoado como ponto de venda de drogas. A denúncia destacava ainda que a atividade criminosa ocorria de forma ostensiva, causando preocupação entre os moradores da região, que relataram aumento da circulação de usuários e de pessoas estranhas no local.
Munidos das características do suspeito e da localização exata do imóvel, as equipes policiais planejaram uma incursão estratégica no perímetro indicado. A abordagem foi cuidadosamente executada para evitar a destruição de provas ou a fuga do investigado. Ao chegarem ao local, os militares realizaram a abordagem do suspeito, que não ofereceu resistência.
Drogas e dinheiro apreendidos
Durante as buscas pessoais e nas imediações da residência, os policiais localizaram e apreenderam duas porções de substância análoga à maconha, já embaladas e prontas para a comercialização. Além do entorpecente, foram encontrados R$ 62,00 (sessenta e dois reais) em espécie — quantia que, segundo a perícia preliminar, é compatível com a venda de pequenas porções da droga. Não foram relatados outros materiais típicos do tráfico, como balanças de precisão ou cadernetas de anotações, mas a natureza das porções e o dinheiro trocado indicam atividade de varejo do tráfico.
O suspeito, que não teve o nome divulgado pela polícia, foi questionado sobre a origem da droga e do dinheiro, mas teria se recusado a prestar declarações, limitando-se a exercer o direito constitucional ao silêncio. Ele já possuía passagens anteriores pela polícia? O boletim oficial não informa antecedentes, mas o fato de ter sido alvo de uma operação específica sugere que os denunciantes o conheciam como ponto de referência no comércio ilegal na região.



