Há pessoas que partem, mas não se despedem — permanecem no gesto, na palavra, na memória e no afeto que semearam ao longo da vida. Patrícia Silva foi assim: presença luminosa, generosa no acolhimento, firme na fé e apaixonada pelo jornalismo e pelas pessoas. Sua partida silenciou Montes Claros e encheu de lágrimas corações que aprenderam com ela o valor da escuta, da amizade e da verdade. Reunidas aqui, estas mensagens são mais que despedidas: são abraços, preces e testemunhos de amor que revelam o tamanho do legado deixado por quem ofereceu tantas rosas e agora brilha como estrela de primeira grandeza.
“Tive a alegria de inúmeras vezes, colaborar com a mesma, através de reportagens, notas ou páginas especiais de minhas festas. Alto astral, humana, adorável, cheia de fé, esperávamos todos que ela superasse esta terrível enfermidade. No entanto, na tarde de ontem, Montes Claros parou e chorou com a triste notícia de sua partida. Pati vai embora ao encontro de sua mãe, que partiu há quase dois anos, mas deixa um legado enorme. A Tempo chegou às bancas na última segunda-feira ainda com sua marca. Mas nós estamos aqui em lágrimas, na dor da saudade. Aos seus irmãos, sobrinhas e inúmeros colegas e amigos, nossos sinceros sentimentos. Fica sempre um perfume nas mãos de quem oferece rosas. Patrícia, ao longo da vida, nos ofereceu muitas rosas. Sobe uma estrela de primeira grandeza. Descanse em paz, amiga de fé.” JOÃO JORGE
“Patty é, em qualquer tempo e hora, generosidade e acolhimento!” MÁRCIA VIEIRA
“Patrícia, a imprensa perde uma voz única, mas a sua dedicação e paixão pela verdade na divulgação dos fatos continuam a inspirar todos que tiveram o privilégio de trabalhar ao seu lado. Descanse em paz, sua jornada será lembrada com carinho e respeito.” ROSÂNGELA SILVEIRA
“Paty, amiga amada, a sua estrela jamais será apagada. Siga na luz, guardo você no meu coração, sangrando já de saudade.” SILVANA MAMELUQUE MOTA
“Patrícia Silva foi uma das primeiras pessoas a me dar uma chance como jornalista na Revista Tempo, em 1999, um gesto de confiança que deu início a uma amizade que jamais esquecerei. Sempre valente, generosa e inquieta. Quantas histórias ela ajudou a contar sob as lentes de colegas que encontravam na redação da Tempo portas sempre abertas. Paty esteve a vida inteira de prontidão para acolher amigos, reverenciar legados, defender causas sociais, denunciar fatos e acreditar em tempos melhores, mesmo quando enfrentou desafios pessoais e profissionais. Sua contribuição para a imprensa é imensa e deixa marcas profundas em todos que tiveram o privilégio de conviver com ela. ‘Garotinha’, sua partida tão precoce entristece e nos lembra, de forma dolorosa, o quanto tudo neste mundo pode ser efêmero.” NÁGILA ALMEIDA
“Partida que nos faz refletir sobre a vida. Que Deus a tenha em um bom lugar.” MAURO MIRANDA
“Dia muito triste. Conheço Patrícia desde a adolescência. E, ao longo do tempo, ela compartilhou conosco sua fibra, sua generosidade, sua amizade — traduzida no sorriso livre — e sua competência profissional. Como não admirar a trajetória e liderança com a Revista Tempo! Hoje, com o coração enlutado, rogo a Deus conforto a todos nós, amigos, colegas e família.” CÁSSIO XAVIER
“Que a luz de Patrícia possa permanecer viva nas lembranças e no coração de todos que tiveram o privilégio de conviver com ela. Que Deus conceda paz, conforto e força à família e aos amigos neste momento tão difícil.” ANDRÉ FERNANDES
“Paty, sua doçura, profissionalismo e acolhimento seguirão comigo. Obrigada por tudo!” BIA ANDRADE
“Pati, amiga de primeira hora. Uma diplomática nata, habilidosa e caridosa, que reconhecia os talentos alheios sem fazer curvas!” CHRIS JILVANN
“Ainda entristecidos quero render homenagens a uma mulher querreira, lutadora, que conheci ainda jovem, como vendedora de uma loia no Edifício Cidade de Montes Claros. Era 1994.De lá para cá ela , junto com Elton Jackson e outros abriram oportunidades para a formação de diversos jornalistas, através da Revista TEMPO, na cidade e no norte de Minas. Sempre empreendedora, através da minha prima Silvana, também me tornei seu amigo. Sempre lutou. Sempre batalhou. Sempre agiu com honestidade e seriedade. Sempre falava baixo e com o sorriso espontâneo a nos presentear. Infelizmente não consequiu vencer sua última batalha. Fica o exemplo de resiliência, de coragem e de vontade de viver. Descanse em paz Amiga !!!” GUSTAVO MAMELUQUE
“Patrícia não era só minha colega de profissão. Era minha conhecida de infância, minha amiga e minha vizinha. Uma alma boa e de coração gigante. Sempre com um sorriso no rosto e uma palavra de carinho pra receber a todos! É uma falta indescritível. Deus com certeza terá um lugar especial para essa filha que já vivia evoluída aqui na Terra. Meus sinceros sentimentos a todos!” HÉLEN SANTOS
“Adeus a Patrícia Silva. Faleceu hoje Rosilane Patrícia Silva, superintendente da Revista Tempo. Amiga, sua partida deixou um vazio profundo. Você foi muito mais que uma amiga: conselheira, confidente e solidária. Obrigada por cada momento, pelas conversas, pelas boas risadas. A saudade será eterna. O céu ganhou uma estrela. Aos irmãos, tias, sobrinhos, familiares, amigos e a todos da Revista Tempo, que as boas lembranças tragam conforto neste momento de dor e tristeza. Que Deus conforte a todos. Que sua jornada seja de luz. Descanse em paz, Paty.” VANDA GONÇALVES
“Paty, a sua Luz sempre vai brilhar entre nós! Saudade eterna, desta amiga inesquecível. Te amo, onde voce estiver, não se esqueça de nós!!!” GAL BERNARDO
Patrícia conversou comigo pelo celular no dia 24/11, pouco antes do meu aniversário, que foi no dia 26/11. Com a voz serena e esperançosa, ela me contou que havia colhido o sangue e que, mais tarde, se hospitalizaria para a cirurgia. Na ocasião, pedi a ela o contato de sua tia Márcia para que eu pudesse ter notícias durante o período de recuperação. Desejei-lhe melhoras, e ela, calmamente, me passou o contato, dizendo também que Feli seria portadora de notícias.
Fui colaboradora da revista desde 2019, e tivemos momentos importantes juntos, principalmente em uma edição em que o Padre Ivan foi capa do mês de maio, quando a revista homenageou várias mulheres em virtude do Dia Internacional da Mulher. Ontem, recebi com grande impacto a notícia do óbito. Que Deus a receba de braços abertos e que os familiares encontrem força para superar este momento difícil. ALESSANDRA MARQUES
Parte a guerreira para os braços de Deus Pai. Fica o seu legado de grande mulher, amiga, pilar de família, profissional competente. Pega o túnel do TEMPO para reforçar o time de jornalistas norte-mineiros na redação celestial, onde militam profissionais como Felipe Gabrich, Elias Siufi, Reginauro Silva, Artur Leite, Américo Martins Filho, Ricardo Arruda, Wilson Medeiros, Leonardo Campos, José Nardel, Rodolfo Leal, Edson Costa, Ildeu Braúna, Luís Carlos Perereca Novaes, Lazinho Pimenta, Derk Koolk, Oswaldo Antunes, Juvemar Nery, João Batista Fernandes, nossos manos Dilemar Pereira Lima e Nakamura, Valdemar Soares, Geraldo Sá, Magnus Medeiros, Sebastião Soares, Afonso Henriques, Pedro Oliveira, Zé Maria Repórter, Robson Costa, Nadson Alves e tantos outros artistas das letras.
Não poderia nos esquecer da garbosa Rosângela Alves, que viveu drama parecido e nos deixou, prematuramente, vítima do verme que dilacera a humanidade.” PATRÍCIA, voe com Deus para o seu aconchego no Céu! Obrigado pela amizade e irmandade! Bom descanso! JORGE NANDE
“Ela era leal, atenciosa, um coração do tamanho do mundo, uma serenidade que me lembrava a mesma de mãe. Preocupada com tudo e com todos. Conheci Paty escrevendo para a Revista Tempo, ali em 2018/2019. Desde então, ela se tornou mais que uma chefe, ela se tornou parte da lista de pessoas mais importantes e especiais para mim. Lembro das noites mal dormidas para entregar a revista à tempo. Eu admirava sua bondade e benevolência. Você vai deixar tanta saudade Paty, do seu jeito único e compreensivo de ser. Da sua crença de que tudo ia se resolver.
Não vou receber sua mensagem me chamando de garotinha. Nem aquela mensagem carinhosa no meu aniversário, como a desse ano, que recebi junto com as flores. Você era tão delicada e carinhosa com os seus, tanto familiares, como amigos. Guardo comigo lembranças como essa da foto, no show de Roberto Carlos, que fomos juntas. Guardo tantas palavras, momentos, torcida vindos de você! Você foi luz, obrigada por tudo! Por ter acreditado em mim e por ter me dado o primeiro emprego no Jornalismo. Você será sempre a minha eterna chefinha!” NÁTILA GOMES
“Pati foi dessas presenças raras que sustentam o mundo com amor, fé e coragem. Viveu o jornalismo como missão, cuidando da Revista Tempo com a devoção de quem cria um filho e acreditando, até o fim, na força das palavras e das pessoas. Entre perdas, batalhas e distâncias, nunca deixou de acolher, de vibrar com a notícia, de consolar quem estava ao redor, mesmo quando era ela quem precisava de cuidado. Sua história não se encerra: permanece viva em cada página impressa, em cada amizade construída e em todos nós que aprendemos com ela a seguir em frente sem perder a ternura.” VERÔNICA PACHECO
























