Polícia Militar apreende adolescente e drogas em Montes Claros; suspeito segue foragido - Rede Gazeta de Comunicação

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Polícia Militar apreende adolescente e drogas em Montes Claros; suspeito segue foragido

Uma ação da Polícia Militar de Minas Gerais (11ª RPM) resultou na apreensão de um adolescente e de diversas substâncias entorpecentes na tarde desta segunda-feira (8) no bairro Conferência Cristo Rei, em Montes Claros. A operação foi desencadeada após denúncias anônimas sobre um ponto de venda de drogas localizado em um barraco desabitado na Rua Caçarema, que estaria sendo utilizado inclusive por menores de idade para comercialização de entorpecentes.

Fuga e situação de risco

Ao perceber a chegada da guarnição, os suspeitos tentaram escapar pulando muros de residências vizinhas. Um adolescente, de 15 anos, foi perseguido e acabou sendo atacado por um cachorro ao invadir o quintal de uma residência, sofrendo lesões que foram registradas em ficha médica. O homem de 30 anos suspeito de comandar o ponto de tráfico conseguiu fugir, permanecendo foragido até o momento.

Drogas apreendidas

Durante a operação, os policiais localizaram duas sacolas plásticas sobre o telhado do barraco, contendo:

115 pedras de substância semelhante a crack;

63 pinos de substância semelhante a cocaína;

Uma porção de substância semelhante a maconha.

O adolescente foi apreendido, encaminhado ao hospital para atendimento das lesões e, posteriormente, conduzido à delegacia local para procedimentos legais.

Ação policial e investigação

A Polícia Militar reforçou que continua empenhada na localização e prisão do suspeito adulto, ressaltando que a atuação foi fruto de denúncias da população e do monitoramento constante da área. O comando da 11ª RPM enfatizou a importância do trabalho preventivo em bairros com histórico de comércio de drogas, principalmente envolvendo menores de idade.

Impactos na comunidade

O episódio evidencia desafios enfrentados pelas forças de segurança no combate ao tráfico de drogas em Montes Claros, principalmente em áreas periféricas. Segundo especialistas, pontos de venda em residências abandonadas ou improvisadas representam risco à integridade de crianças e adolescentes, além de contribuir para a violência e a insegurança local.