Turma do ‘deixa disso’ prevaleceu, mas caso do assessor que conspirou contra o presidente deixou um gosto amargo
Os ânimos arrefeceram, após a atuação da turma do “deixa disso”, mas a calma é só aparente, após um importante assessor do vice-presidente Hamilton Mourão ter sido pilhado conspirando para derrubar o presidente Jair Bolsonaro.
Mourão demitiu o assessor parlamentar, responsável por suas relações com o Congresso e reafirmou sua lealdade a Bolsonaro, mas o Planalto está ainda mais desconfiado do vice, já excluído de todas as decisões. Ele já não é convidado nem mesmo para reuniões banais. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Para tentar superar a desconfiança e recuperar as relações com Bolsonaro, Mourão terá de fazer bem mais que demitir o conspirador.
O Planalto ainda avalia a possibilidade de investigação sobre eventual crime de conspiração do assessor de Mourão, mas a legislação é vaga.
Criminalistas não veem crime no complô do assessor. Mas “depende de investigação criminal”, explica o professor Carlos Eduardo Gonçalves.
Segundo o advogado Marcelo Diniz, “embora evidente a conspiração” para prejudicar o presidente, “não passou de atos de planejamento”. (Tiago Vasconcelos – Diário do Poder)
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