Festival Tudo é Jazz encerra temporada 2025 em Grão Mogol - Rede Gazeta de Comunicação

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Festival Tudo é Jazz encerra temporada 2025 em Grão Mogol

Evento gratuito acontece no dia 20/09 na Praça Coronel Janjão

No dia 20 de setembro, sábado, a cidade de Grão Mogol, no Norte de Minas, recebe a última parada do Festival Tudo É Jazz 2025. O evento, que passou por Belo Horizonte, Ouro Preto, Itabirito, Congonhas e Ouro Branco, será realizado na Praça Coronel Janjão, com entrada gratuita.

Esse ano, a 23ª edição homenageia a americana Ella Fitzgerald e a brasileira Dolores Duran, apresentando shows de Christian Félix, Nos Nus, Instrumental Oriental Blues, Mambo Jazz, entre outros. Além disso, Monoporzione, músico de Grão Mogol também vai se apresentar.

O Tudo é Jazz em Grão Mogol é viabilizado pelo Ministério da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. É apresentada pela Gerdau, patrocinada pela Vivo, pelo Banco do Nordeste e tem apoio da Prefeitura Municipal de Grão Mogol. É realizado pela New View Entretenimento e Comunicação e pela ALCE – Associação Livre de Cultura e Esporte.

Um dos destaques é o garoto prodígio cantor Chrystian Félix, de 18 anos, autodidata em vários instrumentos como piano, flauta doce, bateria, baixo e guitarra. Ele vai se apresentar ao piano, mostrando a potencialidade de seu talento, desenvolvido a partir de aplicativos e tutoriais musicais. Chrystian se apresentou pela primeira vez no Tudo é Jazz há dois anos, em BH.

Parte importante da programação, o Tudo É Jazz oferece também a exposição “Ella & Dolores”, um encontro imaginário entre duas gigantes da música: Dolores e Ella, com direção criativa de Ronaldo Fraga e fotos de Rodrigo Januário. O ensaio imagina encontros possíveis entre as divas nos bastidores da vida: mesas de botequim, salões de beleza, igrejas e quartos de solidão sonora. A cenografia é assinada pelos arquitetos Clarissa Neves e Paulo Waisberg.

O Festival é um evento artístico-cultural de música que, até a pandemia, acontecia anualmente, na cidade de Ouro Preto, Minas Gerais. Desde 2022, quando completou 20 anos, expandiu sua programação para Belo Horizonte e outros municípios do interior mineiro, promovendo o intercâmbio entre os mais variados estilos de jazz do Brasil e do mundo. Em todos os anos de realização, já trouxe mais de 1.700 músicos que se apresentaram em teatros, praças públicas, cortejos, workshops e pocket shows. Reúne a tradição e a inovação, conectando artistas de gerações e nacionalidades distintas, levando ao público o que há de mais relevante na música produzida atualmente, não apenas no Brasil, mas também em outras partes do mundo.

Considerado um dos 10 melhores eventos de jazz do mundo pela renomada revista Down Beat, é realizado pela New View Entretenimento e Comunicação e pela ALCE – Associação Livre de Cultura e Esporte, com curadoria do pianista, compositor e arranjador Gustavo Figueiredo e direção geral do produtor cultural Rud Carvalho.

Contando com Grão Mogol, em 2025, o Tudo É Jazz contou com 15 dias de festival em seis cidades de Minas Gerais. Ao todo, foram 41 shows, 03 workshops, 02 cortejos, 01 número de dança, 08 artistas regionais contemplados pelo edital do Tudo é Jazz, mais de 200 artistas envolvidos, 09 palcos diferentes, exposição itinerante com curadoria do Ronaldo Fraga nas seis cidades e um público estimado de cerca de 30 mil pessoas.

“O Festival Tudo É Jazz em 2025 marcou a consolidação da parceria com Ronaldo Fraga, que trouxe um ar novo e de paixão para o festival. Ele escolheu as homenageadas do ano, Ella Fitzgerald e Dolores Duran, representando um encontro que foi marcado entre elas 20 dias antes da Dolores morrer e que não aconteceu por causa dessa tragédia. Então ter criado esse encontro através de um tributo foi algo muito relevante, muito significado para o Jazz e para o festival. Todas as cidades que receberam o evento nos acolheram de braços abertos, mostrando o quanto o projeto é positivo na atração de um turismo de qualidade para cada local”, afirma Rud Carvalho, diretor do Tudo É Jazz que completa: “Agradecemos imensamente Gerdau, a Vivo e as prefeituras de cada um dos municípios – sem eles nosso sonho não seria possível”.