Paula Pereira
Jornalista/ Programadora visual/ Analista de marketing
Tem notícias que chegam cortando o peito da gente feito faca no mato: sem pedir licença, sem aliviar a mão, sem dar tempo de preparar o coração.
Assim foi quando soubemos do diagnóstico de Patrícia Silva.
Patrícia não é só a superintendente da Revista Tempo. Patrícia é dessas mulheres que se tornou referência e porto seguro para muita gente. É daquelas que junta, que ensina, que acolhe, que organiza, que inspira — e que, mesmo cansada, ainda é capaz de dar palavra boa pra quem tá mais cansado que ela. Patrícia é daqueles alicerces que a gente até esquece que um dia pode precisar de cuidado.
Pois então… agora chegou a hora da gente cuidar dela.
O diagnóstico é duro, é avançado, é um daqueles que a gente fica sem ar quando escuta. Mas até no susto mais bruto, Patrícia permanece com aquela força que sempre carregou. Ela não abre mão da esperança. Ela sabe — e a gente sabe — que tem luta pela frente. Mas ela quer lutar.
E tem uma chance real.
Tem uma cirurgia urgente, e que precisa ser feita agora, em novembro. É complexa, é de risco, é cara demais pra realidade de qualquer família: envolve de três a quatro médicos, e o custo total varia de R$ 60 mil a R$ 80 mil.
O SUS não consegue fazer no tempo que a gravidade exige.
É particular.
E é pra agora.
Essa cirurgia pode salvar Patrícia.
Mas pode inclusive exigir que ela perca uma perna.
É esse o tamanho da batalha.
Nessas horas, minha gente, a gente descobre que esperança não é poesia vazia: esperança é decisão. É botar nome, CPF e transferência pra fazer o bem sair do discurso e acontecer de verdade.
E nós sabemos: Norte de Minas é terra que, quando junta as mãos, muda destino.
Somos povo de fibra, de fé, de corrente que se faz na vida real.
Aqui, ninguém solta a mão de ninguém.
Então — de coração aberto — a pergunta que faço é simples e direta:
Podemos contar com sua doação?
Qualquer valor ajuda. Qualquer gesto soma. Qualquer contribuição é um tijolinho de vida, de amor concreto, de solidariedade que se planta e se colhe dentro da própria alma.
Essa é a hora da gente ser ponte.
Essa é a hora da gente ser corrente.
Essa é a hora da gente dizer pra Patrícia:
— nós estamos aqui. Juntos. Até o fim. E pra vencer.
Chave Pix 5788234@vakinha.com.br


