Paula Pereira
Jornalista/ Programadora Visual/ Analista de Marketing
Hoje, minha gente, o dia nasceu meio fora do costume, daqueles que fogem da risca do cotidiano e abrem espaço pra um tanto de alegria boa. Não é dia da tradicional pelada do Max Min, aquele encontro sagrado em que a turma se junta pra bater bola, rir das próprias canelas e renovar as amizades de sempre. Mas, ainda assim, o clima é de festa anunciada, porque o povo vai estar reunido do mesmo jeito — talvez até mais animado — pra celebrar a vida de uns companheiros que completam mais um ciclo nesse mês que vai escorrendo ligeiro.
E festa com essa turma é daquele jeito bem nosso, bem geraizeiro: mesa cheia, prosa farta, gargalhada solta e o coração batendo macio, como quem sabe que a vida vale é nesses encontros. A farra promete ser daquelas de deixar lembrança boa, regada de muita comida, bebida e, principalmente, amizade — que é ingrediente que não pode faltar nunca.
Os aniversariantes do mês, Maurílio Figueredo Procópio de Moura, natural da querida Montes Claros, e Eduardo Felipe dos Santos, também filho da terra, vão receber o abraço apertado e a homenagem sincera dessa turma que sabe celebrar cada amigo como se fosse patrimônio afetivo. É bonito de ver como o povo do Norte sempre encontra motivo pra juntar, festejar e aquecer o peito, mesmo quando o dia foge da rotina.
A verdade é que, no fundo, encontros assim lembram pra gente que viver é isso: dividir mesa, partilhar alegria e reconhecer nos outros um pedaço da nossa própria história. Hoje não tem pelada, é verdade. Mas tem algo maior: tem afeto, memória, pertencimento e aquele jeito nosso de celebrar a existência, valorizando quem caminha ao nosso lado nesse chão de Gerais.
Que seja um dia grande, bonito e cheio de benção. E que venham muitos outros — com bola, sem bola, mas sempre com amizade e festa, porque o que importa mesmo é não deixar o coração esfriar. Salve os aniversariantes, salve a turma reunida, salve as boas prosas que essa vida ainda há de oferecer.


