Paula Pereira
Jornalista/ Programadora visual/ Analista de marketing
No Max Min Clube, eleição nunca é mero protocolo. Nunca foi.
Ali, cada pleito é ritual de continuidade e memória.
A gente não vota só em um nome — a gente vota no que a gente quer que permaneça.
E nesta sexta-feira, 07 de novembro de 2025, das 17h pras 20h, de tardinha até a primeira escurecida da noite, o nosso clube viveu de novo essa cena que só quem tem raiz ali entende: eleição para a Diretoria Executiva do triênio 2026/2028. Votos, abraços, aperto de mão, olho no olho, conversa no pé do ouvido e aquele cheiro de amizade antiga que não se compra em lugar nenhum.
E o resultado veio com a força rara dos consensos verdadeiros: a chapa “Max Família”, encabeçada por Charles Caldeira Veloso, foi aclamada por unanimidade.
Unanimidade.
E isso, neste tempo nosso tão fragmentado, fala mais do que qualquer discurso.
Charles é sócio-proprietário há mais de 25 anos.
Tem três filhos. Tem história, tem raiz.
Carrega com ele quase 30 anos de convivência e construção dentro do Max Min.
E a liderança dele não é de gritaria.
É liderança que chega e se impõe pela presença, não pelo volume da voz.
Ele tem aquele tipo de brilho que não ofusca — ilumina.
É firme, é direto, é seguro.
E, ao mesmo tempo, é afetuoso nas relações.
Não tem medo da responsabilidade — e também não tenta fugir dela.
É desse tipo de liderança que não precisa avisar que comanda.
As pessoas simplesmente seguem.
Por isso, hoje não teve disputa, não teve polarização, não teve aresta.
Hoje o Max Min não só escolheu um presidente.
Hoje o Max Min reconheceu publicamente o valor de um amigo.
Com este terceiro mandato, Charles reafirma um projeto de continuidade.
A missão agora é fortalecer — mais uma vez — esse clube como espaço de tradição, convivência e pertencimento. Modernizar sem romper com a essência. Avançar sem perder o espírito. Preservar esse patrimônio afetivo que é o Max Min.
Que esse próximo triênio seja frutífero como água de veranico.
E que a gente continue fazendo do Max Min não só um clube…
mas um lugar de pertencimento.
Um lugar que é da gente — e que a gente escolhe de novo e de novo,
porque nos escolhe também.
Parabéns, Charles.
Parabéns pra nós.


