Entenda como a camisa 10 virou maldição recente na Raposa - Rede Gazeta de Comunicação
Entenda como a camisa 10 virou maldição recente na Raposa

Falar da importância da camisa 10 do Cruzeiro é “chover no molhado”. O time celeste teve grandes nomes usando a numeração em sua história. Dentre eles, podemos destacar Dirceu Lopes, Palhinha, Alex e Arrascaeta. Apesar da mística, nos últimos anos o número icônico não tem sido bem aproveitado pelos seus “donos”.

Contratado como um dos principais reforços do Cruzeiro, Nikão chegou com muita expectativa, principalmente ao afirmar que o time celeste era seu clube de infância. Apesar do amor declarado, o jogador não tem conseguido render na Raposa e disputou apenas 14 partidas no ano, marcando dois gols.

O último jogo de Nikão como titular foi no dia 29 de abril, na vitória por 3 a 0 sobre o Bragantino. O jogador não entra em campo desde a derrota por 1 a 0 para o Cuiabá, no dia 22 de maio. O camisa 10 jogou apenas cinco partidas no Campeonato Brasileiro e ainda pode atuar por outro clube na competição caso deixe o Cruzeiro.

Giovanni Piccolomo (2022) – Importante para o Cruzeiro na temporada 2021, onde o time celeste brigou para não ser rebaixado para a Série C do Brasileirão, Giovanni começou 2022 com moral, utilizando a 10 da Raposa. Apesar de começar relativamente bem o ano, marcando dois gols e dando uma assistência, o meia não teve espaço com Paulo Pezzolano e foi emprestado para o Sport.

O restante da temporada do Cruzeiro, que resultou no acesso à Série A do Brasileirão, não teve um jogador vestindo a camisa 10. 

Rafael Sóbis (2021) – Após ajudar o Cruzeiro a permanecer na Série B em 2020, outro ano em que o Cruzeiro flertou com o rebaixamento para a Série C, o atacante Rafael Sóbis passou a usar a camisa 10 em 2021. Figura importante dentro do clube, Sóbis disputou 42 jogos naquele ano, marcando três gols e dando quatro assistências, um número baixo pela sua história no futebol.

Mesmo usando a camisa 10, Rafael Sóbis terminou a temporada no banco de reservas, jogando poucos minutos. Nas últimas 15 partidas da temporada, o atacante atuou em apenas nove, sendo uma delas como titular.

Régis (2020) – Régis chegou ao Cruzeiro para ajudar o clube na campanha da Série B em 2020. Apesar de contar com passagens em grandes clubes na carreira, o desempenho do jogador ficou muito abaixo vestindo da 10 da Raposa. Naquele ano, Régis disputou 29 jogos, marcando três gols e dando quatro assistências. Assim como Rafael Sóbis, o meia terminou a temporada na reserva, deixando o clube antes mesmo do final da Série B.

Thiago Neves (2019) – Nome mais consagrado da lista junto com Rafael Sóbis, Thiago Neves marcou história vestindo a camisa 30 do Cruzeiro. Mas quando decidiu assumir a camisa 10, na temporada 2019, após a venda de Arrascaeta, tudo mudou.

Assim como o Cruzeiro no geral, Thiago Neves entrou em decadência e acabou se tornando o principal rosto do inédito rebaixamento celeste. O pênalti perdido contra o CSA após o vazamento do infame áudio “Fala, Zezé!” fizeram com que o outrora favorito se tornasse um grande desafeto da torcida celeste.

Em 2019, Thiago Neves disputou 41 jogos, marcando nove gols e dando sete assistências. (Superesportes)

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