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Festival Mundial da Cachaça projeta Salinas como epicentro do turismo e dos negócios em Minas Gerais - Rede Gazeta de Comunicação

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Festival Mundial da Cachaça projeta Salinas como epicentro do turismo e dos negócios em Minas Gerais

23ª edição do evento, que acontece entre 10 e 12 de julho no Parque de Exposições Adail Melo, deve reunir 45 mil visitantes, movimentar até R$ 50 milhões na economia local e gerar cerca de 3 mil empregos diretos e indiretos

Salinas, município localizado no Norte de Minas Gerais e reconhecido oficialmente como a Capital Nacional da Cachaça, se prepara para viver um de seus momentos mais aguardados do ano. Entre os dias 10 e 12 de julho, a cidade sediará a 23ª edição do Festival Mundial da Cachaça, um evento que transcende as fronteiras do estado e se firma como um dos maiores e mais importantes dedicados à bebida símbolo da identidade cultural brasileira. Realizado no Parque de Exposições Adail Melo, com entrada franca ao público, o festival promete transformar Salinas em um polo de encontros, negócios, saberes e celebrações, atraindo turistas de todas as regiões do país e até do exterior.

A edição deste ano chega com números expressivos que refletem o crescimento contínuo do setor e a consolidação do evento no calendário nacional. Serão 109 estandes distribuídos em uma área ampla e planejada para receber confortavelmente os visitantes, com 75 marcas expositoras apresentando o que há de mais autêntico e inovador na produção artesanal de cachaça. A expectativa das organizações é de um público acumulado de aproximadamente 45 mil pessoas ao longo dos três dias de programação, número que evidencia o poder de atração do festival e a força da cachaça como vetor de desenvolvimento regional.

A movimentação econômica projetada impressiona: estima-se que o evento injete entre R$ 45 A 50 milhões na economia de Salinas e cidades vizinhas, com impactos diretos em setores estratégicos como hotelaria, alimentação fora do lar, comércio varejista, transporte, serviços turísticos e de entretenimento. Além disso, o festival deve gerar cerca de 3 mil postos de trabalho, considerando tanto as contratações temporárias realizadas para atender à demanda do evento quanto os empregos permanentes que se consolidam a partir do fortalecimento da cadeia produtiva da cachaça e do aumento do fluxo turístico na região.

Outro dado que chama a atenção é a previsão de mais de 4 mil visitantes direcionados ao Museu da Cachaça, espaço que guarda a memória e a história da bebida em Salinas e que se torna um dos destinos obrigatórios para quem chega à cidade. O museu, que funciona como um verdadeiro santuário da cultura local, oferece aos turistas uma imersão no universo da cachaça, desde os métodos artesanais de produção até as curiosidades sobre os alambiques centenários que ainda operam na região.

Essas iniciativas formativas são fundamentais para elevar o padrão da produção local e para que os pequenos produtores tenham acesso a informações atualizadas sobre tendências de mercado, exigências sanitárias e estratégias de comercialização. A oficina sensorial, em especial, desperta grande interesse porque ensina os participantes a identificar nuances, aromas e sabores da cachaça, aproximando o consumidor comum do conhecimento especializado e valorizando a riqueza sensorial da bebida.

Enquanto os palcos técnicos fervilham de ideias, a Praça de Alimentação do festival se transforma em um ponto de encontro para os apaixonados pela boa gastronomia. Chefs de cozinha regionais e convidados especiais preparam pratos que harmonizam perfeitamente com diferentes tipos de cachaça, desde as mais jovens e transparentes até as envelhecidas em madeiras nobres. O público pode degustar iguarias como carne de sol com mandioca, queijo curado, doces típicos, caldos e aperitivos que exaltam os sabores mineiros e criam combinações surpreendentes com a bebida.

O serviço do festival é simples e acessível: de 10 a 12 de julho, no Parque de Exposições Adail Melo, com entrada inteiramente gratuita. A cidade aguarda de braços abertos todos aqueles que desejam celebrar a cachaça, a cultura mineira e a alegria de viver. E que venha a 24ª edição!